Ainda de acordo com o delegado, um fato chamou bastante a atenção da polícia. Essa espingarda também veste outro calibre, o 357, que é de uso restrito e além disso, um silenciador. O delegado explica que esse outro elemento só é usado em operações especiais da polícia ou que necessitem de um atirador de elite, nunca em operações rotineiras, já que nem a polícia pode utilizar esse tipo de camuflagem.
Conforme o depoimento pretado à polícia pelo pastor, ele não contou de quem e nem porque comprou a arma. Segundo o orientador religioso, ele tentou entregá-la na 23ª DP, mas o balcão estava cheio e mudou de ideia.
Yuri Fernandes explicou que essa apreensão faz parte de uma campanha da Secretária de Segurança Pública para diminuir o crime no Distrito federal, em que a Polícia Militar, Civil e a Divisão de Operações Especiais (DOE) estão envolvidos.
Ele relata que o pastor já estava sendo monitorado, a partir de uma denúncia anônima. A apreensão na QNP 30, foi feita com cuidado, eles tiveram que esperar o melhor momento, já que o calibre 357 é capaz de quebrar o osso da perna de uma pessoa.
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